Sinta como é tênue o véu e a linha que mantém o gueto gay separado do mundo "real" e "normal".
Por que só podemos reinvindicar um pouco de serenidade e liberdade quando estamos entre iguais que se tratam de modo tão cruel e injusto?
Será que viverei tempo suficiente para responder todas as minhas inquietações?
Por opção acredito que farei eternamente parte dos atormentados! Serei sempre um infiel para o mundo pós-modernamento decadente.
Sinto tantas dificuldades ao manejar a pena, parece que a combinação das letras e palavras nunca conseguirá apaziguar o meu desassossego tão aos moldes de Fernando Pessoa.
Originalmente escrito em 26/02/2010
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