sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Meu corpo recorta a doce bruma que encobre todos os rostos e os mil nomes.
Eterno, irreal, irreconhecível e disperso estou para não despertar a Ira, delicioso pecado capital que quando canalizado sexualmente é abrasador!
Nenhuma das sombras me busca, por que? Talvez pelo fato de tão efêmero tenha me tornado também ausência.

Originalmente escrito em 17/03/2010

Nenhum comentário:

Postar um comentário