Meu corpo recorta a doce bruma que encobre todos os rostos e os mil nomes.
Eterno, irreal, irreconhecível e disperso estou para não despertar a Ira, delicioso pecado capital que quando canalizado sexualmente é abrasador!
Nenhuma das sombras me busca, por que? Talvez pelo fato de tão efêmero tenha me tornado também ausência.
Originalmente escrito em 17/03/2010
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