De tudo, já diziam os loucos poetas, sobra um pouco...
dos suspiros apaixonados
das dores dos primeiros tempos
das loucas e tempestuosas impetuosidades
dos primeiros lapsos da paixão
dos resquícios das lágrimas perdidas na insegurança dos tempos porvir
das falácias alucinadas da insegurança
das mentiras contadas ao relento
dos olhares sonhadores e senis
da alegria insana do contato com o irreal
Sempre quis saber como descrever o fim a partir da transitoriedade do início!
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